Esta é a homenagem do Celso DL ao pai do teatro português, Gil Vicente. Sou um brasileiro que ama Portugal, sua gente, história e cultura. Sem qualquer outra pretensão, além de homenagear este genial homem das letras, cuja ousadia, talento, capacidade de trabalho e criatividade, lhe permitiu criticar os donos do poder do início do século XVI, critica esta de tal maneira tão bem construída, que não terminou seus dias numa masmorra, degredo ou tendo ir parar numa fogueira.
Impressões, emoções, recados indignados, desabafos, saudades soltas em palavras. Este é o meu canto que também pode ser seu. Os textos, as músicas e fotos são de autoria de Celso de Lanteuil e só poderão ser copiados e divulgados com a autorização do mesmo. Gosto de usar dicionários em papel e consultas digitais, e muitas horas para escrever e pensar, e até o momento, não tive tempo, nem interesse, para escrever usando IA.
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Não há barcas do poder, só há mar para barcas de sonhos navegarem, até chegarem, chegarem, chegarem, onde? onde? onde? mais perto, mais perto, sempre mais perto do longe. FigasAbração
ResponderExcluirMais perto do longe ficou perfeito. Abração, poeta Figas.
ExcluirLinda canção😍. Nao precisa morrer pra gente te elogiar😁🥰😘
ResponderExcluirFui eu👆Ana Trés
ResponderExcluirAna, a frase do Millor é perfeita. Hábito forte este, criticar as vírgulas, os acentos fora de lugar, afinal os erros são sempre mais relevantes. Ainda bem que estou vivo para te ver por aqui 😀
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