Para Bituca
Dedicatória de Milton Nascimento no seu LP histórico
Milton seguia para Caracas num voo da Varig, para o relançamento do seu primeiro disco
Acompanhou parte do voo na cabine (outros tempos), quando me deu este lindo presente
Trecho para Maiquetia num Boeing 767-300 que saiu do Rio e passou por Guarulhos
O comandante do voo e amigo, era o Paulo Duarte
Meu instrutor na adaptação ao 767 para a função de comandante.
Bons tempos, 15 de novembro de 1991!
PARA BITUCA (31/01/2025)
Milton, canção tijucana
Nascimento pão de queijo
Entre melodias cheias de Marias
Cruzando estradas, jeito faceiro;
Trem bom esse, pés na terra, canto nas calçadas
Café, tutu, couve, torresmo
Faca bem amolada, feição de brasileiro
Bituca da América do Sul, travessia de morro velho;
Feito de timbres e afetos
Marcas e temperos nacionais
Luz inspirando o amanhã
Milton pedaço de mim, parte de nós;
Canto que voa alto e nada será como antes
Festivais, vinis, concertos, canções
Nos bares da vida, nas esquinas
Em partidas e despedidas;
Para cada harmonia
Novas estações
Dissolvendo tensões, partindo grilhões
Ventres livres de calvário e cativeiros;
Milton é Nascimento, peito aberto, voz nas estradas
Atravessando capitais, terras distantes
Travessia sem pressa, jeito mineiro
Trem bom, sim senhora, sim senhor;
Circulando a criar redes, palavras de irmão
Ele caçador de si, mensageiro da paz e do amor
Bituca, artista da poesia
Coração das Minas Gerais, chega aonde o povo vai
Nascimento pão de queijo
Entre melodias cheias de Marias
Cruzando estradas, jeito faceiro;
Trem bom esse, pés na terra, canto nas calçadas
Café, tutu, couve, torresmo
Faca bem amolada, feição de brasileiro
Bituca da América do Sul, travessia de morro velho;
Feito de timbres e afetos
Marcas e temperos nacionais
Luz inspirando o amanhã
Milton pedaço de mim, parte de nós;
Canto que voa alto e nada será como antes
Festivais, vinis, concertos, canções
Nos bares da vida, nas esquinas
Em partidas e despedidas;
Para cada harmonia
Novas estações
Dissolvendo tensões, partindo grilhões
Ventres livres de calvário e cativeiros;
Milton é Nascimento, peito aberto, voz nas estradas
Atravessando capitais, terras distantes
Travessia sem pressa, jeito mineiro
Trem bom, sim senhora, sim senhor;
Circulando a criar redes, palavras de irmão
Ele caçador de si, mensageiro da paz e do amor
Bituca, artista da poesia
Coração das Minas Gerais, chega aonde o povo vai


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